És como o vento; vais com a mesma intensidade que voltas. Num dia estás comigo, falas, ris e brincas, logo no dia seguinte, desapareces, sem qualquer motivo aparente. E magoa. Depositei (quase) toda a minha confiança em ti, deixei-me levar, deixei que me conhecesses de várias formas. Limpei toda a ideia errada que tinha de ti na minha cabeça, da qual me falavam todos os dias e a qual eu via com os meus próprios olhos. Porque acreditava em ti. Afinal, enganei-me a teu respeito. Aquilo que parecia ser uma amizade com bases estruturadas e a união perfeita, acabou por se tornar uma coisa vulgar. Tento agora sacudir-te a todo o custo da minha vida, mas as memórias invadem-me de modo rápido e prespicaz.
Parece simples, mas é tudo muito complexo. Afinal trata-se da pessoa que eu conheço quase como a palma da minha mão. Mas muito ja se passou, e eu cresci. Aprendi que sou capaz de encarar-te educadamente, se tu fizeres o mesmo por mim. A escolha é tua.
dedicaste-me esta música, lembraste?
não sou eu, pois não? :o
ResponderEliminarClaro que nao :o
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